CONCLUSÃO




Eu já vivi revoltas mil
Andei por pontes mal traçadas
Caminhei por entre duras pedras
Sorri quando deveria chorar
Privação!
Desisti várias vidas
Lutei tantas conquistas
Perdi grandes amores
Sonhei tantos outros
Alienação!
Me entreguei ao destino
Me enganei absorta à razão
Fraquejei ao confiar o coração
Me levantei desnuda à tudo
Revelação!
Ergui-me como Fenix
Não me entrego mais à sorte
Busco meu próprio caminho
Entre espinhos? Não importo
Pretenção!
Vôo rumo ao horizonte
Olhar firme sem distração
Sei o que quero e que posso
Chegar ao seu coração
Realização!

2 comentários:

Fanzine Episódio Cultural disse...

DECLAMANDO

Eu era um cara normal
Mas, no momento em que te vi,
Descobri que a poesia não era um sonho,
Uma fantasia, tampouco uma miragem.

Ela sempre existiu em seu sorriso,
Em sua simpatia,
Nos seus abraços,
No piscar dos seus olhos...
Em cada batida do seu coração.

Se me tornei assim, eu confesso: sou poeta,
E quero morrer escrevendo,
Lendo, declamando:
Minha linda e eterna poesia.

* (Agamenon Troyan)

Manuela Silva Mergulhão disse...

Belo de mais.