INERENTE SENTIDO



Não se impede o brilho de estrela,
Ou o vento de soprar;
Não impede o nascer do sonho,
Nem uma fúria do alto mar.

Quando o silêncio da noite cai
Na vivência de uma flor,
Sorve a lágrima da lembrança
Tragando só, a sua dor.

Mas se aflora a saudade ,
Cumpre a sina da vontade
De quem tem uma paixão.
Espera louca por um beijo,
Que vencido pelo desejo,
Lhe entreguem o coração.

Um comentário:

CARVALHO ( O ASTRONAUTA PERALTA ) disse...

Adorei a poesia, sou um adepto da poesia dedicada ao amor, mesmo se não houver reciprócidade, minhas poesias são dedicadas (com permissão) a algumas amigas que considero muito. espero que goste.